Nossa, como o tempo passa rápido! Esse primeiro mês simplesmente voou.. A ansiedade do começo por não poder comer, os dias de consulta com a nutricionista mais esperados do que o dia do nascimento de alguém importante... enfim, a cabeça vai a mil, mas estou feliz!
Hoje faz exatamente 34 dias que estou operada e já foram embora 15 quilos!!!! Pois é, já estou 15 quilos menor rs
Esse mês foi bem tranquilo, já voltei a trabalhar no dia 10 de novembro, não senti dores em nenhum momento... só uma alergia idiota que me deu. Hoje tomo apenas 1 remédio para o estômago, mas normal, muitas pessoas tomam esse remédio mesmo sem ter feito a cirurgia, ou seja, vida mais que normal. Quer dizer, muitas restrições, mas está valendo super a pena.
Sábado levei 3 calças para a costureira e falei pra ela: olha pode ajustar bem, porque provavelmente quando eu vier buscar já terei emagrecido uns 2 ou 3 quilos... fala sério isso é demais!!!!
Ai amigos, estou super feliz... de verdade e a recuperação está sendo excelente... para aqueles que tenham dúvida sobre fazer ou não a cirurgia, eu recomendo e a saúde agradeço.
E para aqueles que irão fazer, como a minha amiga Flávia (Maurão), muita boa sorte, e tudo dará super certo.
O próximo passo agora é fazer os exames de sangue para ver como estão as coisas... dou notícias...
Muitos beijos a todos!
Até o próximo post.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
e duas semanas depois...
Oi pessoas, não foram os 15 dias como eu prometi, mas foram 16, tá bom vai?! rs
Pois é, dia 27/10/2010 foi o primeiro dia do resto da minha vida nova...
As novidades são: foi um SUCESSO!
Estou super bem, não tive nenhuma reação adversa, não senti dor, enjôo, etc.
Para os mais curiosos, o método utilizado foi o By Pass. O procedimento é via video-laparoscopia, eles cortam parte do estômago, grampeiam e religam o intestino. Falando assim parece horrível, mas é super tranquilo e em 48 horas já está de volta em casa.
Em relação a dieta, essa é um pouco mais sofrida. Não por causa de fome, porque isso não me pertence mais, mas a vontade de comer as coisas mexe mesmo com a cabeça. Por isso, é muuuuito importante a terapia pré-operatória e a pós também. Mas é apenas por uns 20 dias. (Sim ainda estou sofrendo rs)
Dica: de maluco é claro! Faça despedidas! Pois é, eu fiz despedidas. Fui no Mc Donald's e comi um mega lanche, fui no Outback e comi uma costela quase sozinha, fui na Pizza Hut, no Japonês, Cervejinhas... enfim... dei tchau para a vida do passado... posso dizer que ajudou um pouco a cabeça!
Isso não significa que nunca mais poderei comer. Acontece que não poderei dar continuidade naquelas orgias alimentares que eu fazia sempre... a vida mudou!
Ontem fui numa baladinha em Campinas e criei um novo petisco no cardápio: batata amassada com sal! É isso, não tenham vergonha de pedir apenas o que podem comer, não precisa ficar em casa, porque sua alimentação é restrita. Dá muito para se divertir com um bom copo de água cheio de gelo!
RESULTADO: Nesses 16 dias eu já emagreci uns 11 quilos!!!!! É demais ver as calças caindo rsrsrs
É isso pessoal. Vou utilizar o blog agora para contar as novidades. Dia 16/11 tenho nutricionista e hummmmm acho que a dieta será bem mais tranquila...
Beijinhos
Pois é, dia 27/10/2010 foi o primeiro dia do resto da minha vida nova...
As novidades são: foi um SUCESSO!
Estou super bem, não tive nenhuma reação adversa, não senti dor, enjôo, etc.
Para os mais curiosos, o método utilizado foi o By Pass. O procedimento é via video-laparoscopia, eles cortam parte do estômago, grampeiam e religam o intestino. Falando assim parece horrível, mas é super tranquilo e em 48 horas já está de volta em casa.
Em relação a dieta, essa é um pouco mais sofrida. Não por causa de fome, porque isso não me pertence mais, mas a vontade de comer as coisas mexe mesmo com a cabeça. Por isso, é muuuuito importante a terapia pré-operatória e a pós também. Mas é apenas por uns 20 dias. (Sim ainda estou sofrendo rs)
Dica: de maluco é claro! Faça despedidas! Pois é, eu fiz despedidas. Fui no Mc Donald's e comi um mega lanche, fui no Outback e comi uma costela quase sozinha, fui na Pizza Hut, no Japonês, Cervejinhas... enfim... dei tchau para a vida do passado... posso dizer que ajudou um pouco a cabeça!
Isso não significa que nunca mais poderei comer. Acontece que não poderei dar continuidade naquelas orgias alimentares que eu fazia sempre... a vida mudou!
Ontem fui numa baladinha em Campinas e criei um novo petisco no cardápio: batata amassada com sal! É isso, não tenham vergonha de pedir apenas o que podem comer, não precisa ficar em casa, porque sua alimentação é restrita. Dá muito para se divertir com um bom copo de água cheio de gelo!
RESULTADO: Nesses 16 dias eu já emagreci uns 11 quilos!!!!! É demais ver as calças caindo rsrsrs
É isso pessoal. Vou utilizar o blog agora para contar as novidades. Dia 16/11 tenho nutricionista e hummmmm acho que a dieta será bem mais tranquila...
Beijinhos
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Uma Nova Fase!
Oi pessoas! Peço (como sempre) desculpas pelo tempo sem postar, mas esses últimos tempos fiquei focada no trabalho e no meu objetivo de 2010: A cirurgia!
Para aqueles que me acompanharam esse ano, até que o tempo passou rápido e deu tudo super certo, então, amanhã é o grande dia!
Ver as minhas irmãs hoje dá mais ânimo ainda, a Li e a Carol estão lindas, a Li já emagreceu tudo e a Carolzinha... chegando lá!
Amanhã interno às 10h, opero às 14h, fico grogue até de noite e na quinta já começo a nova fase, a nova vida... e se tudo der certo, na sexta estou de volta.
Enfim... coragem, força e muita determinação, o pote de ouro está lá, basta ter perseverança e alcançar o fim do arco-íris.
Até daqui 15 dias e alguns quilos a menos uhu!
Para aqueles que me acompanharam esse ano, até que o tempo passou rápido e deu tudo super certo, então, amanhã é o grande dia!
Ver as minhas irmãs hoje dá mais ânimo ainda, a Li e a Carol estão lindas, a Li já emagreceu tudo e a Carolzinha... chegando lá!
Amanhã interno às 10h, opero às 14h, fico grogue até de noite e na quinta já começo a nova fase, a nova vida... e se tudo der certo, na sexta estou de volta.
Enfim... coragem, força e muita determinação, o pote de ouro está lá, basta ter perseverança e alcançar o fim do arco-íris.
Até daqui 15 dias e alguns quilos a menos uhu!
domingo, 19 de setembro de 2010
Apenas uma história...
Neste exato momento estou lendo um livro, quer dizer, estou escrevendo essa postagem, mas parei de ler por cinco minutos para postar aqui um trecho do livro, na verdade um história contada dentro da história. Estou lendo Onze Minutos, do Paulo Coelho, e o que posso dizer é que simplesmente me emocionou...
"Era uma vez pássaro. Adornado com um par de asas perfeitas e plumas reluzentes, coloridas e maravilhosas. Enfim, um animal feito para voar livre e solto do céu, alegrar quem o observasse.
Um dia, uma mulher viu este pássaro e se apaixonou por ele. Ficou olhando o seu vôo com a boca aberta de espanto, o coração batendo mais rápido, os olhos brilhando de emoção. Convidou-o para voar com ela, e os dois viajaram pelo céu em completo harmonia. Ela admirava, venerava, celebrava o pássaro.
Mas então pensou: talvez ele queira conhecer algumas montanhas distantes! E a mulher sentiu medo. Medo de nunca mais sentir aquilo com outro pássaro. E sentiu inveja, inveja da capacidade de voar do pássaro.
E sentiu-se sozinha.
E pensou: "Vou montar uma armadilha. A próxima vez que o pássaro surgir, ele não mais partirá."
O pássaro, que também estava apaixonado, voltou no dia seguinte, caiu na armadilha, e foi preso na gaiola.
Todos os dias ela olhava o pássaro. Ali estava o objeto de sua paixão, e ela mostrava para suas amigas, que comentavam: "Mas você é uma pessoa que tem tudo". Entretanto, uma estranha transformação começou a processar-se: como tinha o pássaro, e já não precisava conquistá-lo, foi perdendo o interesse. O pássaro sem poder voar e exprimir o sentido de sua vida, foi definhando, perdendo o brilho, ficou feio - e a mulher já não prestava mais atenção nele, apenas na maneira como o alimentava e como cuidava de sua gaiola.
Um belo dia, o pássaro morreu. Ela ficou profundamente trsite, e vivia pensando nele. Mas não se lembrava da gaiola, recordava apenas o dia em que o vira pela primeira vez, voando contente entre as nuvens.
Se ela observasse a si mesma, descobriria que aquilo que a emocionava tanto no pássaro era a sua liberdade, a energia das asas em movimento, não o seu corpo físico.
Sem o pássaro, sua vida também perdeu o sentido, e a morte veio bater à sua porta. "Por que você veio?, perguntou à morte.
"Para que você possa voar de novo com ele nos céus", respondeu a morte. "Se o tivesse deixado partir e voltar sempre, você o amaria e o admiraria ainda mais; entretanto, agora você precisa de mim para poder encontrá-lo de novo."
"Era uma vez pássaro. Adornado com um par de asas perfeitas e plumas reluzentes, coloridas e maravilhosas. Enfim, um animal feito para voar livre e solto do céu, alegrar quem o observasse.
Um dia, uma mulher viu este pássaro e se apaixonou por ele. Ficou olhando o seu vôo com a boca aberta de espanto, o coração batendo mais rápido, os olhos brilhando de emoção. Convidou-o para voar com ela, e os dois viajaram pelo céu em completo harmonia. Ela admirava, venerava, celebrava o pássaro.
Mas então pensou: talvez ele queira conhecer algumas montanhas distantes! E a mulher sentiu medo. Medo de nunca mais sentir aquilo com outro pássaro. E sentiu inveja, inveja da capacidade de voar do pássaro.
E sentiu-se sozinha.
E pensou: "Vou montar uma armadilha. A próxima vez que o pássaro surgir, ele não mais partirá."
O pássaro, que também estava apaixonado, voltou no dia seguinte, caiu na armadilha, e foi preso na gaiola.
Todos os dias ela olhava o pássaro. Ali estava o objeto de sua paixão, e ela mostrava para suas amigas, que comentavam: "Mas você é uma pessoa que tem tudo". Entretanto, uma estranha transformação começou a processar-se: como tinha o pássaro, e já não precisava conquistá-lo, foi perdendo o interesse. O pássaro sem poder voar e exprimir o sentido de sua vida, foi definhando, perdendo o brilho, ficou feio - e a mulher já não prestava mais atenção nele, apenas na maneira como o alimentava e como cuidava de sua gaiola.
Um belo dia, o pássaro morreu. Ela ficou profundamente trsite, e vivia pensando nele. Mas não se lembrava da gaiola, recordava apenas o dia em que o vira pela primeira vez, voando contente entre as nuvens.
Se ela observasse a si mesma, descobriria que aquilo que a emocionava tanto no pássaro era a sua liberdade, a energia das asas em movimento, não o seu corpo físico.
Sem o pássaro, sua vida também perdeu o sentido, e a morte veio bater à sua porta. "Por que você veio?, perguntou à morte.
"Para que você possa voar de novo com ele nos céus", respondeu a morte. "Se o tivesse deixado partir e voltar sempre, você o amaria e o admiraria ainda mais; entretanto, agora você precisa de mim para poder encontrá-lo de novo."
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Livros de cabeceira
Olá pessoas,
Desculpem pelo longo tempo sem postar. Não gostaria de perder o foco, mas a vida tá corrida, muito trabalho (graças a Deus) e com isso pouco tempo para dividir com vocês minhas rotinas. Daqui a pouco terei que mudar o nome do blog (rs).
Essa minha postagem vou dedicar aos milhares de autores e autoras que temos espalhados pelo mundo e que são responsáveis pelas viagens incríveis que eu faço desde pequena.
Eu adoro ler. E não falo para parecer boa menina não, eu curto mesmo. Esse ano eu li uns 20 livros, mais ou menos, tentei esses dias lembrar de todos os títulos, mas me perdi rsrs eu guardo realmente as histórias.
Mas esse ano eu fui a Washington DC com Robert Landgon em Símbolo Perdido, vivi milhares de aventuras com os semideuses do Olimpo em carona com o filho de Poseidon, Percy Jackson, nos livros 2, 3 e 4 da Saga, fui beijada por um vampiro lindo na saga Crepúsculo, vendi sonhos, com o Vendedor de Sonhos, me apaixonei, relembrei vidas passadas e hoje estou lendo Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert. E de todos esses livros que li, esse me fez ter vontade de escrever esse post.
Ele conta a viagem que a própria autora fez em 3 países ao redor do mundo durante um ano, estou apenas no começo, mas simplesmente me identifiquei com a personagem, que não é uma personagem, ela existe.
Lendo eu descobri que sempre buscava nas histórias a minha própria história, uma identificação, algo que eu pudesse chamar de meu, contar como sendo a minha vida e esse livro me deu essa chance. Não que eu tenha morado em 3 países diferentes durante um ano, nem que eu seja uma autora famosa escritora de Best Sellers, mas descobri que os meus sonhos, que se confundem com meus objetivos de vida e portanto, possíveis de se realizar, estão caminhando para a realidade.
Quero muitas coisas e muitas delas estou perto de conquistar e muitas outras já conquistei, quero viajar, quero comer diferentes comidas, rezar em diferentes lugares e aprender a amar de verdade, com equilibrio e por que não conhecer um xamã indiano que me mostrará o caminho do equilibrio da vida?
Enfim, ainda não finalizei o livro, logo não sei como termina, mas o começo é inspirador e é assim que deve ser nossa vida, inspiradora, com começos que nos fazem ter vontade de continuar vivendo, em busca de finais esplêndidos, cheios e realizações...
Assim deixo vocês meus amigos para que possam escrever histórias lindas em suas vidas, com muitos finais felizes...
Beijos e até o próximo post.
Desculpem pelo longo tempo sem postar. Não gostaria de perder o foco, mas a vida tá corrida, muito trabalho (graças a Deus) e com isso pouco tempo para dividir com vocês minhas rotinas. Daqui a pouco terei que mudar o nome do blog (rs).
Essa minha postagem vou dedicar aos milhares de autores e autoras que temos espalhados pelo mundo e que são responsáveis pelas viagens incríveis que eu faço desde pequena.
Eu adoro ler. E não falo para parecer boa menina não, eu curto mesmo. Esse ano eu li uns 20 livros, mais ou menos, tentei esses dias lembrar de todos os títulos, mas me perdi rsrs eu guardo realmente as histórias.
Mas esse ano eu fui a Washington DC com Robert Landgon em Símbolo Perdido, vivi milhares de aventuras com os semideuses do Olimpo em carona com o filho de Poseidon, Percy Jackson, nos livros 2, 3 e 4 da Saga, fui beijada por um vampiro lindo na saga Crepúsculo, vendi sonhos, com o Vendedor de Sonhos, me apaixonei, relembrei vidas passadas e hoje estou lendo Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert. E de todos esses livros que li, esse me fez ter vontade de escrever esse post.
Ele conta a viagem que a própria autora fez em 3 países ao redor do mundo durante um ano, estou apenas no começo, mas simplesmente me identifiquei com a personagem, que não é uma personagem, ela existe.
Lendo eu descobri que sempre buscava nas histórias a minha própria história, uma identificação, algo que eu pudesse chamar de meu, contar como sendo a minha vida e esse livro me deu essa chance. Não que eu tenha morado em 3 países diferentes durante um ano, nem que eu seja uma autora famosa escritora de Best Sellers, mas descobri que os meus sonhos, que se confundem com meus objetivos de vida e portanto, possíveis de se realizar, estão caminhando para a realidade.
Quero muitas coisas e muitas delas estou perto de conquistar e muitas outras já conquistei, quero viajar, quero comer diferentes comidas, rezar em diferentes lugares e aprender a amar de verdade, com equilibrio e por que não conhecer um xamã indiano que me mostrará o caminho do equilibrio da vida?
Enfim, ainda não finalizei o livro, logo não sei como termina, mas o começo é inspirador e é assim que deve ser nossa vida, inspiradora, com começos que nos fazem ter vontade de continuar vivendo, em busca de finais esplêndidos, cheios e realizações...
Assim deixo vocês meus amigos para que possam escrever histórias lindas em suas vidas, com muitos finais felizes...
Beijos e até o próximo post.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Correria!
Ah meus amigos, peço desculpas pelo tempo sem postar.
A vida está corrida (como sempre) e cheia de grandes desafios e novidades...
Nesses momentos nossa cabeça vai a mil e o melhor a fazer a relaxar e aguardar cenas dos próximos capítulos (rs)
Bem, algumas novidades que já posso lançar: fusca na área, com documento e tudo mais que tem direito, algumas coisinhas ainda para zerar, mas já fazendo o maior sucesso... Hoje foi o primeiro dia de marginal (risos) foi bem engraçado... todo mundo mexe!
Outra novidade não tão novidade é a Carolzinha 15 quilos mais magra já! Nossa hoje faz exatamente 1 mês. Sim encontraram a fórmula de dormir e (basicamente) acordar magra.
Bem outras novidades e histórias do dia a dia de hoje e de ontem deixarei para uma nova postagem... como disse, hoje estou na correria.
Beijos meus amores!
A vida está corrida (como sempre) e cheia de grandes desafios e novidades...
Nesses momentos nossa cabeça vai a mil e o melhor a fazer a relaxar e aguardar cenas dos próximos capítulos (rs)
Bem, algumas novidades que já posso lançar: fusca na área, com documento e tudo mais que tem direito, algumas coisinhas ainda para zerar, mas já fazendo o maior sucesso... Hoje foi o primeiro dia de marginal (risos) foi bem engraçado... todo mundo mexe!
Outra novidade não tão novidade é a Carolzinha 15 quilos mais magra já! Nossa hoje faz exatamente 1 mês. Sim encontraram a fórmula de dormir e (basicamente) acordar magra.
Bem outras novidades e histórias do dia a dia de hoje e de ontem deixarei para uma nova postagem... como disse, hoje estou na correria.
Beijos meus amores!
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Desfazendo preconceitos!


Desde terça-feira, dia 20/07, no hospital, acompanhando minha irmã mais nova, Carol, na cirurgia de redução do estômago... está tudo caminhando super bem.
Voltando poucos dias, mais precisamente no sábado, dia 17/07, a minha irmã me acompanhou numa sessão de fotos para um Concurso de moda... sim, de M O D A.
Despretenciosamente me inscrevi para esse concurso, achei legal a chamada: "Se você é linda e gordinha se inscreva para ser a Nova Garota Kauê". Achei o máximo!
Fui selecionada entre 30 garotas para participar da segunda fase: uma sessão de fotos com uma fotógrafa profissional para um teste de fotogenia. Não ganhei o concurso, realmente as 10 meninas escolhidas são lindas, mas deixo aqui outro recado:
Meninas lindas, todas, auto estima é tudo nessa vida. A beleza vem sim de dentro para fora. Não permitam nunca que digam o contrário. Ser linda é mais do que ter um corpinho perfeito, cabelos lindos e olhos verdes... ser linda é ser feliz, se amar, estar bem consigo mesma, ser auto confiante, se olhar no espelho todos os dias e, apesar dos pequenos defeitinhos, dizer: sou linda! estou linda! e pronto!
Não reduzam a sua existência a sua aparência externa. Cuide de tudo. Eu sei que a premissa Corpo São Mente Sã é real, mas eu entendo que o contrário também é verdadeiro, pois o nosso corpo está bem quando estamos com a cabeça boa...
É isso meninas... se amem, sejam felizes, que o mundo todo enxergará essa beleza toda!!!
Muitos beijos
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Pequenos Grandes Sonhos...

Nossa, quanto tempo! Está corrido... mas prometo que tentarei aparecer mais vezes...
Mas enfim, um sábado desses estava assistindo TV Xuxa e uma atriz famosa, ex paquita, cantou um trecho da música Lua de Cristal: "tudo o que eu quiser o Cara lá de cima vai me dar...". Engraçado, pois quando eu era criança não sentia o poder dessa frase...
Tá, ok, é uma música da Xuxa, tenho 28 anos, mas não há que se negar que a letra tem força!!!
E pensando nisso, refletindo em tudo o que eu disse que sempre quis ter, fazer e acontecer... fico impressionada como realmente o pensamento tem força, como aquela história de "O Segredo" é verdade: basta acreditar...
Desde pequena queria ser advogada: hoje eu sou! Pedi muito que minha mãe ficasse curada: hoje ela está melhor que eu!
Quis outras coisas grandes, outras pequenas, e uma delas, para aqueles que me conhecem há tempos era meu carro... não necessariamente um carro, mas meu Fusca, meu primeiro carro. Eu sempre dizia: quero um Fusca e ele será Rosa!
Pode parecer bobagem, mas isso é apenas um exemplo de que podemos tudo aquilo que queremos... basta acreditar, desde as coisas que parecem bobas e fúteis, até aquelas realmente importantes.
Eu quero mais, muito mais, tenho sonhos, objetivos, ambições, conquistei algumas, e tenho mais um mundo para conquistar...
Mas fica aqui o conselho: queira, acredite, e o mais importante, faça por acontecer, que as coisas boas em sua vida virão!!!
Obrigada Luis e Patrícia Casa por acreditarem no meu potencial e Andreas por realizar um dos meus pequenos grandes sonhos...
sábado, 19 de junho de 2010
O que realmente importa?!
Hoje, no almoço, tivemos uma daquelas conversas de família, mãe e filhas trocando idéias, contando histórias, divagando sobre as vidas, planejando futuro e, principalmente, desabafando.
Acreditem, essas conversas valem mais do que muitas sessões de terapia.
Estamos ansiosas com os novos planos, minha irmã opera daqui menos de um mês, pronta para uma nova vida... e essas fases fazem a gente pensar e repensar muitos conceitos. Um deles é o que realmente é importante para nossa vida, nos nossos relacionamentos, o que as pessoas levam em consideração quando decidem ficar ou não com você.
Infelizmente a gente se preocupa demais com a casca e deixa de dar importância para o interior e permite que as pessoas também não dêem importância e permite, ainda, que as pessoas te reduzam a um corpo, um cabelo, uma roupa... muitas vezes você permite que as pessoas não ame sua essência, porque algumas pessoas simplesmente não são capazes de enxergar.
E, refletindo sobre isso, minha mãe contou uma história linda que quero dividir com vocês...
Havia um reino. E o rei, Artur, um caçador nato, vai à floresta para caçar e, durante o percurso, acaba por invadir o território que pertence a outro reino. Considerado um crime gravíssimo, punido com a vida, os guardas desse outro reino, levam o rei Artur para o outro rei.
Artur pede desculpas e explica que não teve intenção e o rei muito bondoso diz:
- Artur, poupo sua vida se você, em um ano, me trouxer uma resposta a uma pergunta e me convencer com sua resposta.
Artur, intrigado pergunta o que seria, e o rei responde:
- Em um ano quero que me diga o que realmente é importante para uma mulher ser feliz!
E assim, rei Artur, durante um ano, perguntou para diversas mulheres de seu reino o que era importante para serem realmente felizes e nenhuma das respostas o convenceu.
Faltando apenas um dia para completar um ano, o braço direito do rei Artur, seu melhor amigo, lhe disse:
- Meu rei, sei de uma feiticeira que sabe a resposta, mas o preço que ela cobra é sempre muito alto.
Artur decidiu que continuaria em busca da resposta, mas sem sucesso, resolveu procurar a feiticeira.
- Feiticeira preciso que me ajude a encontrar a resposta de uma pergunta muito importante, me disseram que saberia a resposta: o que é importante para as mulheres realmente serem felizes?
- Artur, sei a resposta, no entanto o meu preço é muito caro e você terá que aceitá-lo mesmo antes de ter a resposta.
- E qual seria esse preço tão alto?
- Me casar com seu melhor amigo! Terá que ordenar que ele se case comigo.
O rei pensou em seu amigo, a feiticeira era uma mulher muito feia, mal cheirosa, velha, mal vestida e então respondeu:
- Não posso fazer isso com meu amigo feiticeira, prefiro a morte a obrigar o meu amigo a se casar, daria minha vida por ele.
A feiticeira, sem hesitar respondeu:
- Fale com ele e me dê a resposta.
Então, triste e pensando em sua morte, Artur foi procurar seu melhor amigo e informar o preço cobrado pela feiticeira, e ele, prontamente respondeu:
- Meu rei, dou minha vida por você! Eu caso com a feiticeira.
Ainda triste pelo amigo, Artur voltou para a feiticeira e informou que pagaria o preço, então a feiticeira lhe respondeu:
- Artur, o importante para uma mulher ser realmente feliz é ser livre, tomar suas próprias decisões, ter as rédeas de sua vida.
Satisfeito com a resposta, Artur foi até o rei do reino vizinho que ouviu e também satisfeito, poupou sua vida.
De volta a seu reino, no dia do casamento da feiticeira com seu melhor amigo, o rei ainda triste por seu amigo, cumpriu o prometido e então o casamento aconteceu. A feiticeira em seu vestido de noiva feio, sujo, ela ainda com sua péssima aparência e o amigo do rei sempre respeitoso, casou com a feiticeira.
Na lua de mel, a feiticeira pediu um tempo para se ajeitar, e o amigo do rei, muito respeitoso disse que ela ficasse a vontade e assim aguardou sua esposa voltar e consumar o casamento, decidido que seria feliz.
E assim, de repente, aparece em sua frente uma mulher linda, deslumbrante e então o amigo do rei pergunta quem era essa mulher.
- Eu sou a feiticeira! Como você, mesmo me vendo feia e maltrapilha, me tratou com todo o respeito até agora, essa será a forma que me verá, no entanto você precisa decidir se quer que eu tenha essa forma durante o dia para que todos vejam, ou a noite para que somente você veja, não poderei ter essa forma o dia todo.
O amigo do rei, pensativo, não sabia o que escolher e, sabiamente, respondeu:
- Eu deixo você decidir. Você, minha esposa, escolhe em que forma quer viver ao meu lado. Somos casados e quero que fique ao meu lado do jeito que for feliz.
Emocionada a feiticeira respondeu:
- Então, serei assim para sempre meu amor!
...
Assim, meus amigos, o que realmente importa nas nossas vidas? O que esperamos de uma pessoa? O que escolhemos em uma pessoa?
Deixo aqui essas questões para que possam refletir...
Um beijo para todos!
Acreditem, essas conversas valem mais do que muitas sessões de terapia.
Estamos ansiosas com os novos planos, minha irmã opera daqui menos de um mês, pronta para uma nova vida... e essas fases fazem a gente pensar e repensar muitos conceitos. Um deles é o que realmente é importante para nossa vida, nos nossos relacionamentos, o que as pessoas levam em consideração quando decidem ficar ou não com você.
Infelizmente a gente se preocupa demais com a casca e deixa de dar importância para o interior e permite que as pessoas também não dêem importância e permite, ainda, que as pessoas te reduzam a um corpo, um cabelo, uma roupa... muitas vezes você permite que as pessoas não ame sua essência, porque algumas pessoas simplesmente não são capazes de enxergar.
E, refletindo sobre isso, minha mãe contou uma história linda que quero dividir com vocês...
Havia um reino. E o rei, Artur, um caçador nato, vai à floresta para caçar e, durante o percurso, acaba por invadir o território que pertence a outro reino. Considerado um crime gravíssimo, punido com a vida, os guardas desse outro reino, levam o rei Artur para o outro rei.
Artur pede desculpas e explica que não teve intenção e o rei muito bondoso diz:
- Artur, poupo sua vida se você, em um ano, me trouxer uma resposta a uma pergunta e me convencer com sua resposta.
Artur, intrigado pergunta o que seria, e o rei responde:
- Em um ano quero que me diga o que realmente é importante para uma mulher ser feliz!
E assim, rei Artur, durante um ano, perguntou para diversas mulheres de seu reino o que era importante para serem realmente felizes e nenhuma das respostas o convenceu.
Faltando apenas um dia para completar um ano, o braço direito do rei Artur, seu melhor amigo, lhe disse:
- Meu rei, sei de uma feiticeira que sabe a resposta, mas o preço que ela cobra é sempre muito alto.
Artur decidiu que continuaria em busca da resposta, mas sem sucesso, resolveu procurar a feiticeira.
- Feiticeira preciso que me ajude a encontrar a resposta de uma pergunta muito importante, me disseram que saberia a resposta: o que é importante para as mulheres realmente serem felizes?
- Artur, sei a resposta, no entanto o meu preço é muito caro e você terá que aceitá-lo mesmo antes de ter a resposta.
- E qual seria esse preço tão alto?
- Me casar com seu melhor amigo! Terá que ordenar que ele se case comigo.
O rei pensou em seu amigo, a feiticeira era uma mulher muito feia, mal cheirosa, velha, mal vestida e então respondeu:
- Não posso fazer isso com meu amigo feiticeira, prefiro a morte a obrigar o meu amigo a se casar, daria minha vida por ele.
A feiticeira, sem hesitar respondeu:
- Fale com ele e me dê a resposta.
Então, triste e pensando em sua morte, Artur foi procurar seu melhor amigo e informar o preço cobrado pela feiticeira, e ele, prontamente respondeu:
- Meu rei, dou minha vida por você! Eu caso com a feiticeira.
Ainda triste pelo amigo, Artur voltou para a feiticeira e informou que pagaria o preço, então a feiticeira lhe respondeu:
- Artur, o importante para uma mulher ser realmente feliz é ser livre, tomar suas próprias decisões, ter as rédeas de sua vida.
Satisfeito com a resposta, Artur foi até o rei do reino vizinho que ouviu e também satisfeito, poupou sua vida.
De volta a seu reino, no dia do casamento da feiticeira com seu melhor amigo, o rei ainda triste por seu amigo, cumpriu o prometido e então o casamento aconteceu. A feiticeira em seu vestido de noiva feio, sujo, ela ainda com sua péssima aparência e o amigo do rei sempre respeitoso, casou com a feiticeira.
Na lua de mel, a feiticeira pediu um tempo para se ajeitar, e o amigo do rei, muito respeitoso disse que ela ficasse a vontade e assim aguardou sua esposa voltar e consumar o casamento, decidido que seria feliz.
E assim, de repente, aparece em sua frente uma mulher linda, deslumbrante e então o amigo do rei pergunta quem era essa mulher.
- Eu sou a feiticeira! Como você, mesmo me vendo feia e maltrapilha, me tratou com todo o respeito até agora, essa será a forma que me verá, no entanto você precisa decidir se quer que eu tenha essa forma durante o dia para que todos vejam, ou a noite para que somente você veja, não poderei ter essa forma o dia todo.
O amigo do rei, pensativo, não sabia o que escolher e, sabiamente, respondeu:
- Eu deixo você decidir. Você, minha esposa, escolhe em que forma quer viver ao meu lado. Somos casados e quero que fique ao meu lado do jeito que for feliz.
Emocionada a feiticeira respondeu:
- Então, serei assim para sempre meu amor!
...
Assim, meus amigos, o que realmente importa nas nossas vidas? O que esperamos de uma pessoa? O que escolhemos em uma pessoa?
Deixo aqui essas questões para que possam refletir...
Um beijo para todos!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
"Mulher de Fases" - Fase da Ação! Destino - Felicidade!
É engraçado como vivemos diferentes fases na vida: o primeiro amor, a primeira espinha, a primeira nota baixa, o primeiro emprego, o primeiro grande amigo do resto de nossas vidas, os casos e acasos...
Dizem também que tem a ver com a idade, fazer 15, 18, 21, 30 anos...
E para cada fase, uma reação!
Pois é, 28 anos, momento de repensar nas atitudes, desenhar os objetivos, repaginar a vida, pressão, pressão, pressão.
Falam alguns que nessa idade somos novos demais para a vida, mas ao mesmo tempo, é preciso correr, pois o tempo passa rápido e afinal, já tem 28 anos (vai entender?!)
Mas pensando (seriamente) nesse dilema, entrei o ano decidida a mudar algumas coisas na minha vida: parei de fumar, mudei a cor do cabelo, foquei mais nos meus relacionamentos pessoais, posso dizer que isso já gerou uma mudança radical (fiquem tranquilos, não raspei o cabelo, fiz uma tatuagem do tamanho das costas e comecei a costurar minhas próprias roupas como forma de sustentabilidade)
Sempre acreditei que para que coisas boas aconteçam na vida não basta apenas acreditar,mas agir, e essa ação deve ser coerente com os objetivos que desejamos alcançar.
Portanto, além de acreditar é hora de AGIR! Operar mudanças nas coisas que não vão bem, manter as que estão bem e conquistar coisas novas, e assim conquistar nossos objetivos.
É claro que depois desse discurso você deve estar se perguntando, e qual é o meu objetivo afinal, que demanda esse trabalho???
Simples: F E L I C I D A D E!!
Sou feliz, e pode parecer pretensão da minha parte, mas eu quero ser plenamente feliz e não acho que seja pedir demais... e não acho que as pessoas devam achar que é pedir demais...
Queiram ser felizes, sempre, mas não apenas felizes, plenamente felizes, completamente felizes. Se rodeiem de amigos, família, amores, amantes.
Ok Ok sei que não se trata de uma fórmula matemática, mas não custa tentar! Só depende de cada um.
E deixo aqui o meu desejo de felicidade para todos vocês, pois a minha, estou indo buscar!!! Até a próxima!
Dizem também que tem a ver com a idade, fazer 15, 18, 21, 30 anos...
E para cada fase, uma reação!
Pois é, 28 anos, momento de repensar nas atitudes, desenhar os objetivos, repaginar a vida, pressão, pressão, pressão.
Falam alguns que nessa idade somos novos demais para a vida, mas ao mesmo tempo, é preciso correr, pois o tempo passa rápido e afinal, já tem 28 anos (vai entender?!)
Mas pensando (seriamente) nesse dilema, entrei o ano decidida a mudar algumas coisas na minha vida: parei de fumar, mudei a cor do cabelo, foquei mais nos meus relacionamentos pessoais, posso dizer que isso já gerou uma mudança radical (fiquem tranquilos, não raspei o cabelo, fiz uma tatuagem do tamanho das costas e comecei a costurar minhas próprias roupas como forma de sustentabilidade)
Sempre acreditei que para que coisas boas aconteçam na vida não basta apenas acreditar,mas agir, e essa ação deve ser coerente com os objetivos que desejamos alcançar.
Portanto, além de acreditar é hora de AGIR! Operar mudanças nas coisas que não vão bem, manter as que estão bem e conquistar coisas novas, e assim conquistar nossos objetivos.
É claro que depois desse discurso você deve estar se perguntando, e qual é o meu objetivo afinal, que demanda esse trabalho???
Simples: F E L I C I D A D E!!
Sou feliz, e pode parecer pretensão da minha parte, mas eu quero ser plenamente feliz e não acho que seja pedir demais... e não acho que as pessoas devam achar que é pedir demais...
Queiram ser felizes, sempre, mas não apenas felizes, plenamente felizes, completamente felizes. Se rodeiem de amigos, família, amores, amantes.
Ok Ok sei que não se trata de uma fórmula matemática, mas não custa tentar! Só depende de cada um.
E deixo aqui o meu desejo de felicidade para todos vocês, pois a minha, estou indo buscar!!! Até a próxima!
terça-feira, 4 de maio de 2010
O que vai ser quando crescer? Gente Grande!
Sorry amigos, pelo tempo sem acessar o blog... é que a vida está aquela loucura de sempre e não tinha pensado em outras histórias para contar ou revelar como preferirem (risos).
Fiquei feliz em conversar com alguns e ver que estão curtindo meu blog e minhas histórias. Hoje pensei em relembrar os primeiros anos de faculdade, estava lembrando de como escolhi direito e como foi começar a faculdade com 17 para 18 anos.
Sim, saí do colegial e comecei direto a faculdade. Sempre gostei das aulas de português e história e, de todas as possibilidades, o curso de Direito foi o que mais se enquadrou na minha personalidade. Pois é, estranho falar em personalidade, mas minha mãe sempre dizia que eu levava jeito para a coisa, todas as vezes que brigávamos eu tinha bons argumentos para me defender... não que eu ganhasse todas, mas é assim quando se discute com seus pais.
E assim, quase para fazer 18 anos, comecei a faculdade de Direito. Na época eu era recepcionista de um escritório de psicologia e usava uniforme, e já pensando no trote, tratei de levar uma troca de roupa. É claro que eles sempre sabem que você é caloura, como? Perguntam onde fica a piscina (que não existe é óbvio), qual o nome do professor de estatística (você nem sabe que matéria tem na faculdade) e por aí vai...
E então, pintam sua camiseta, seu rosto, você pede dinheiro no farol, anda com a dança do elefantinho, bem, entrei no clima, afinal, quem sai na chuva é para se molhar mesmo... não houve nenhum incidente de violência ou coisa do tipo, foram bastante divertidos e é uma ótima oportunidade de se fazer grandes amigos.
Desta maneira comecei a faculdade, achando que pudesse ser uma extensão do colegial. Sabem, sempre fui uma boa aluna, mas nunca estudei demais, sei lá, prestava atenção nas aulas, mas na faculdade a coisa muda de figura, você descobre que de lá sairá com o diploma para aquilo que escolheu fazer para o resto de sua vida, começam as cobranças pessoais, a procura por um trabalho, as noites estudando...
Não que seja um suplício, foi uma das melhores épocas da minha vida, mas quando se começa a faculdade com apenas 18 anos, você descobre que precisa amadurecer junto com os estudos, o seu senso de responsabilidade tem que se aprimorar, você descobre que virou gente grande!
Pois é, virar gente grande! Que coisa difícil! Quando se é adulto parece que não pode mais cometer alguns erros bobos, te olham diferente, você não se permite errar como antes, aprende a ter malícia, a lidar com as pessoas...
Na faculdade não é diferente. São os novos amigos que se tornarão colegas de profissão, professores que se tornarão referência profissional. Simplesmente a gente descobre o nosso talento.
Tirando os contratempos da vida, em dezembro de 2007 me formei em Direito, em seguida passei no exame da OAB e hoje sou uma advogada realizada, adoro o que faço e da faculdade trouxe grandes colegas e amigos. Enfim: virei Gente Grande!
Fiquei feliz em conversar com alguns e ver que estão curtindo meu blog e minhas histórias. Hoje pensei em relembrar os primeiros anos de faculdade, estava lembrando de como escolhi direito e como foi começar a faculdade com 17 para 18 anos.
Sim, saí do colegial e comecei direto a faculdade. Sempre gostei das aulas de português e história e, de todas as possibilidades, o curso de Direito foi o que mais se enquadrou na minha personalidade. Pois é, estranho falar em personalidade, mas minha mãe sempre dizia que eu levava jeito para a coisa, todas as vezes que brigávamos eu tinha bons argumentos para me defender... não que eu ganhasse todas, mas é assim quando se discute com seus pais.
E assim, quase para fazer 18 anos, comecei a faculdade de Direito. Na época eu era recepcionista de um escritório de psicologia e usava uniforme, e já pensando no trote, tratei de levar uma troca de roupa. É claro que eles sempre sabem que você é caloura, como? Perguntam onde fica a piscina (que não existe é óbvio), qual o nome do professor de estatística (você nem sabe que matéria tem na faculdade) e por aí vai...
E então, pintam sua camiseta, seu rosto, você pede dinheiro no farol, anda com a dança do elefantinho, bem, entrei no clima, afinal, quem sai na chuva é para se molhar mesmo... não houve nenhum incidente de violência ou coisa do tipo, foram bastante divertidos e é uma ótima oportunidade de se fazer grandes amigos.
Desta maneira comecei a faculdade, achando que pudesse ser uma extensão do colegial. Sabem, sempre fui uma boa aluna, mas nunca estudei demais, sei lá, prestava atenção nas aulas, mas na faculdade a coisa muda de figura, você descobre que de lá sairá com o diploma para aquilo que escolheu fazer para o resto de sua vida, começam as cobranças pessoais, a procura por um trabalho, as noites estudando...
Não que seja um suplício, foi uma das melhores épocas da minha vida, mas quando se começa a faculdade com apenas 18 anos, você descobre que precisa amadurecer junto com os estudos, o seu senso de responsabilidade tem que se aprimorar, você descobre que virou gente grande!
Pois é, virar gente grande! Que coisa difícil! Quando se é adulto parece que não pode mais cometer alguns erros bobos, te olham diferente, você não se permite errar como antes, aprende a ter malícia, a lidar com as pessoas...
Na faculdade não é diferente. São os novos amigos que se tornarão colegas de profissão, professores que se tornarão referência profissional. Simplesmente a gente descobre o nosso talento.
Tirando os contratempos da vida, em dezembro de 2007 me formei em Direito, em seguida passei no exame da OAB e hoje sou uma advogada realizada, adoro o que faço e da faculdade trouxe grandes colegas e amigos. Enfim: virei Gente Grande!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Como sempre dizem: "Eu era feliz e não sabia!"
Ahhh, os 15 anos...
Por que nessa idade a gente sempre sonha em fazer 18??? Se eu soubesse, teria ficado por lá! Mas já que quem vive de passado e museu, fico apenas com boas lembranças.
Eu comecei a trabalhar com 14 anos, tinha que ajudar com as contas de casa, mas ainda era uma menina(naquela epoca podiamos dizer que 14 anos ainda era menina), tinha responsabilidades, mas não tinha preocupações. Acordava cedo, ia para a escola, chegava correndo em casa para fazer a lição, almoçava, correndo tambem, ate porque naquela epoca eu não era muito fã de comida (como as coisas mudam). Enfim, não via a hora de sair para encontrar meus amigos, trabalhava numa parte da tarde apenas e depois ia correndo pegar a bicicleta e encontrar o pessoal para jogar truco ou qualquer outra coisa que matasse o tempo.
Ahhh e os amores. Como eu me apaixonei naquela epoca! Todo menino que me olhava diferente eu me apaixonava. Dei muitos beijos, chorei um bocado, amei demais, odiei o mesmo tanto, sofria, todo mes era um garoto diferente. Que epoca maravilhosa! Sim, porque mesmo dizendo que foi uma cascata de emoções, tudo acontecia com inocencia, ainda peguei um tempinho da fase dos "bailinhos", do "beijo, abraço e aperto de mão" (claro que essa brincadeira foi incrementada e criamos o "passeio no bosque" muito mais interessante)... o primeiro beijo...
Mas sem duvida, o que guardo ate hoje e o primeiro amor! Não as paixonites que tive, mas o primeiro garoto que fez o pe levantar, o coração palpitar, a sensação de borboletas no estomago... sim, o primeiro Amor! Sabe quando numa cena de filme onde o amado aparece e todas as luzes ao redor da cena se apagam e acende apenas uma bem em cima do cara?! Então, e essa sensação!
Tinha 15 anos, primeiros dias de aula no Colegial, estava enturmada, porque tinha um monte de amigos do colegio anterior. Eis que, andando no corredor, me deparo com uma visão maravilhosa... sim, longe de ser o garoto mais bonito do colegio, mas sem duvida me chamou a atenção.
Ele era tudo o que eu não era, do jeito de falar, andar, se vestir, ate a turma de amigos... Eu era o que podiamos chamar de "filhinha da mamãe", certinha, bonitinha, meiguinha, comportada, CDF, mimada... ele mais velho uns 5 anos, tatuagens, roupa de rockeiro, amizades suspeitas, condutas suspeitas, sim um Principe Encantado às avessas. Eu adorava!
Um dia, criei coragem, peguei uma amiga (para dar mais coragem) e fui falar com ele. Parei ele no meio do corredor, perguntei seu nome, ele não perguntou o meu, puxei assunto, não lembro do que falamos ao certo, mas de alguma forma, nos tornamos amigos, não era o que eu queria, mas era o maximo que ele tinha para me dar... Me achava menininha, princesinha, filhinha da mamãe, dizia que eu parecia a "irmazinha dele" eu queria morrer e claro!
O tempo foi passando, ele desistiu da escola, continuamos nos vendo, como amigos, infelizmente, o tempo passou mais um pouco, ele me deu um beijo, passou um pouco mais de tempo, nos beijamos novamente...
Ah como eu era feliz e não sabia! Saudades de todas aquelas emoções, aqueles sentimentos tão intensos, da inocencia...
Amar, aos 28 anos, parece que exige mais responsabilidade, preocupação, vem cheio de pros e contras, estatisticas, cobrança, exigencia...
Hoje de manha estava lendo um livro do Paulo Coelho e me chamou a atenção um dos trechos que dizia, mais ou menos, assim: Quando chegarmos no juizo final, não seremos lembrados pelo que fizemos de certo ou errado, mas de como amamos! Sei que não e o mesmo sentido de amor que estou dando, mas serve tambem.
Lembrem-se amigos de nunca deixar de amar por falta de tempo, por outros compromissos, por medo, insegurança... Voltemos aos nossos 15 anos e amemos nossos amigos, nossos pais, nossos amantes com a mesma intensidade, com a mesma inocencia, com a mesma paixão, sem grandes cobranças... tenho certeza que a tão dita frase mudara para: AINDA SOU FELIZ E SEMPRE SOUBE!
Por que nessa idade a gente sempre sonha em fazer 18??? Se eu soubesse, teria ficado por lá! Mas já que quem vive de passado e museu, fico apenas com boas lembranças.
Eu comecei a trabalhar com 14 anos, tinha que ajudar com as contas de casa, mas ainda era uma menina(naquela epoca podiamos dizer que 14 anos ainda era menina), tinha responsabilidades, mas não tinha preocupações. Acordava cedo, ia para a escola, chegava correndo em casa para fazer a lição, almoçava, correndo tambem, ate porque naquela epoca eu não era muito fã de comida (como as coisas mudam). Enfim, não via a hora de sair para encontrar meus amigos, trabalhava numa parte da tarde apenas e depois ia correndo pegar a bicicleta e encontrar o pessoal para jogar truco ou qualquer outra coisa que matasse o tempo.
Ahhh e os amores. Como eu me apaixonei naquela epoca! Todo menino que me olhava diferente eu me apaixonava. Dei muitos beijos, chorei um bocado, amei demais, odiei o mesmo tanto, sofria, todo mes era um garoto diferente. Que epoca maravilhosa! Sim, porque mesmo dizendo que foi uma cascata de emoções, tudo acontecia com inocencia, ainda peguei um tempinho da fase dos "bailinhos", do "beijo, abraço e aperto de mão" (claro que essa brincadeira foi incrementada e criamos o "passeio no bosque" muito mais interessante)... o primeiro beijo...
Mas sem duvida, o que guardo ate hoje e o primeiro amor! Não as paixonites que tive, mas o primeiro garoto que fez o pe levantar, o coração palpitar, a sensação de borboletas no estomago... sim, o primeiro Amor! Sabe quando numa cena de filme onde o amado aparece e todas as luzes ao redor da cena se apagam e acende apenas uma bem em cima do cara?! Então, e essa sensação!
Tinha 15 anos, primeiros dias de aula no Colegial, estava enturmada, porque tinha um monte de amigos do colegio anterior. Eis que, andando no corredor, me deparo com uma visão maravilhosa... sim, longe de ser o garoto mais bonito do colegio, mas sem duvida me chamou a atenção.
Ele era tudo o que eu não era, do jeito de falar, andar, se vestir, ate a turma de amigos... Eu era o que podiamos chamar de "filhinha da mamãe", certinha, bonitinha, meiguinha, comportada, CDF, mimada... ele mais velho uns 5 anos, tatuagens, roupa de rockeiro, amizades suspeitas, condutas suspeitas, sim um Principe Encantado às avessas. Eu adorava!
Um dia, criei coragem, peguei uma amiga (para dar mais coragem) e fui falar com ele. Parei ele no meio do corredor, perguntei seu nome, ele não perguntou o meu, puxei assunto, não lembro do que falamos ao certo, mas de alguma forma, nos tornamos amigos, não era o que eu queria, mas era o maximo que ele tinha para me dar... Me achava menininha, princesinha, filhinha da mamãe, dizia que eu parecia a "irmazinha dele" eu queria morrer e claro!
O tempo foi passando, ele desistiu da escola, continuamos nos vendo, como amigos, infelizmente, o tempo passou mais um pouco, ele me deu um beijo, passou um pouco mais de tempo, nos beijamos novamente...
Ah como eu era feliz e não sabia! Saudades de todas aquelas emoções, aqueles sentimentos tão intensos, da inocencia...
Amar, aos 28 anos, parece que exige mais responsabilidade, preocupação, vem cheio de pros e contras, estatisticas, cobrança, exigencia...
Hoje de manha estava lendo um livro do Paulo Coelho e me chamou a atenção um dos trechos que dizia, mais ou menos, assim: Quando chegarmos no juizo final, não seremos lembrados pelo que fizemos de certo ou errado, mas de como amamos! Sei que não e o mesmo sentido de amor que estou dando, mas serve tambem.
Lembrem-se amigos de nunca deixar de amar por falta de tempo, por outros compromissos, por medo, insegurança... Voltemos aos nossos 15 anos e amemos nossos amigos, nossos pais, nossos amantes com a mesma intensidade, com a mesma inocencia, com a mesma paixão, sem grandes cobranças... tenho certeza que a tão dita frase mudara para: AINDA SOU FELIZ E SEMPRE SOUBE!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
O Primeiro Grande Desafio
Tudo começou em 14 de março de 1982... brincadeira, não farei isso com voces, vou tentar resumir até os 15 anos mais ou menos, afinal, até os 5 eu não me lembro de absolutamente nada, dizem que é normal... talvez eu precise de umas sessões de hipnose...
Assim, como o título dessa postagem, meu primeiro grande desafio foi aos 9 anos. Sim, pode parecer exagero da minha parte, mas aos 9 anos, ter que mudar de uma escola particular para uma escola pública era realmente um desafio.
Até essa idade, pelo que me lembro, meus pais tinham uma condição financeira razoável, meu circulo de amigos eram daqueles que todas as férias de junho viajavam para a Disney (bem eu nunca fui, mas meus amigos iam todos os anos), eu ia e voltava de "perua escolar" para a escola e 90% dos coleguinhas moravam em casa com piscina... sim, era um "The O.C." do primário. Eu adorava, é claro!!!
Aí, não entendi o porque, meus pais deixaram de ter aquela condição financeira de antes (hoje eu sei muito bem o que aconteceu, mas realmente não entendi na época) e qual foi a primeira decisão deles????? "Vamos mudar as meninas de escola!"
Bem, por que meninas? Somos 3 irmãs, sou a do meio, o recheio, a parte mais gostosa (risos) em casa dizem que é a parte que traz mais surpresas, mas tudo bem.
Enfim, meus pais vieram com a noticia, passaram de carro em frente ao novo colégio e falaram muitas coisas boas, claro, queriam nos convencer de que era o melhor para nós, eu não acreditava, teria que abrir mão de quem eu era, da minha vida, descobrir onde ficava o novo banheiro, novos amigos, e as casas com piscina??? Ah tudo isso iria acabar. (P.S. Eu não era interesseira, mas realmente casa com piscina me agradava muito na época). Meus pais disseram que eu não precisaria deixar de ver meus amigos. Eu acreditei!
Foi então que, com 10 anos, mudei de escola, entrei no 4o. ano do primário no novo colégio. As pessoas me olhavam como se eu viesse de Marte, eu achava até que estava ficando verde, então o primeiro "recreio", inesquecível! Ninguém falou comigo! Como isso aconteceu? Bem, fui tentar descobrir, sozinha, onde ficava o banheiro, até que não foi difícil.
Assim, o tempo foi passando, alguns descobriram que eu não vinha de Marte, criaram coragem e até me achavam legal, fiz novos amigos, encontrei outros que vieram da mesma escola antiga, aprendi a andar de onibus, jogar futebol, pular o muro da escola, brigar, amar, ser amiga, ter amigos... enfim, aprendi a viver!
E assim fui vivendo até que, aos 14 anos, o pessoal da escola antiga me chamou para ir na Festa Junina que teria por lá! Disseram que estavam com saudades, aí eu fui!.
Não sabia o que vestir, meu único tennis estava pintado de "liquid paper" e por cima recados de diversos amigos, na época era moda usar camisa jeans amarrada na cintura (não tenho a menor idéia do por que) e, vestida assim, eu fui... achei que era moda em todos os lugares.
Chegando lá, as meninas todas com calças jeans bem justas, salto alto, cigarro na mão, bolsa de marca (acho que eu não tinha bolsa na época), luzes nos cabelos lisos ou alisados, como preferir... e os meninos, bem, a roupa deles era mais parecida com a minha, tirando o "liquid paper" do tennis, é claro!
Dei uma boa olhada ao meu redor e descobri que não pertencia mais aquele mundo, fiquei um pouco, conversei com todos e me despedi, para sempre, pois a partir daquele momento eu descobri que tinha superado o meu Grande Desafio, me adaptei perfeitamente bem ao meu novo mundo e ele a mim!
Deixo essa história para amigos que me acompanham desde aquela época: Flávia, Aline, Suzana, Bebeto, por pertencerem a todos os meus mundos...
Assim, como o título dessa postagem, meu primeiro grande desafio foi aos 9 anos. Sim, pode parecer exagero da minha parte, mas aos 9 anos, ter que mudar de uma escola particular para uma escola pública era realmente um desafio.
Até essa idade, pelo que me lembro, meus pais tinham uma condição financeira razoável, meu circulo de amigos eram daqueles que todas as férias de junho viajavam para a Disney (bem eu nunca fui, mas meus amigos iam todos os anos), eu ia e voltava de "perua escolar" para a escola e 90% dos coleguinhas moravam em casa com piscina... sim, era um "The O.C." do primário. Eu adorava, é claro!!!
Aí, não entendi o porque, meus pais deixaram de ter aquela condição financeira de antes (hoje eu sei muito bem o que aconteceu, mas realmente não entendi na época) e qual foi a primeira decisão deles????? "Vamos mudar as meninas de escola!"
Bem, por que meninas? Somos 3 irmãs, sou a do meio, o recheio, a parte mais gostosa (risos) em casa dizem que é a parte que traz mais surpresas, mas tudo bem.
Enfim, meus pais vieram com a noticia, passaram de carro em frente ao novo colégio e falaram muitas coisas boas, claro, queriam nos convencer de que era o melhor para nós, eu não acreditava, teria que abrir mão de quem eu era, da minha vida, descobrir onde ficava o novo banheiro, novos amigos, e as casas com piscina??? Ah tudo isso iria acabar. (P.S. Eu não era interesseira, mas realmente casa com piscina me agradava muito na época). Meus pais disseram que eu não precisaria deixar de ver meus amigos. Eu acreditei!
Foi então que, com 10 anos, mudei de escola, entrei no 4o. ano do primário no novo colégio. As pessoas me olhavam como se eu viesse de Marte, eu achava até que estava ficando verde, então o primeiro "recreio", inesquecível! Ninguém falou comigo! Como isso aconteceu? Bem, fui tentar descobrir, sozinha, onde ficava o banheiro, até que não foi difícil.
Assim, o tempo foi passando, alguns descobriram que eu não vinha de Marte, criaram coragem e até me achavam legal, fiz novos amigos, encontrei outros que vieram da mesma escola antiga, aprendi a andar de onibus, jogar futebol, pular o muro da escola, brigar, amar, ser amiga, ter amigos... enfim, aprendi a viver!
E assim fui vivendo até que, aos 14 anos, o pessoal da escola antiga me chamou para ir na Festa Junina que teria por lá! Disseram que estavam com saudades, aí eu fui!.
Não sabia o que vestir, meu único tennis estava pintado de "liquid paper" e por cima recados de diversos amigos, na época era moda usar camisa jeans amarrada na cintura (não tenho a menor idéia do por que) e, vestida assim, eu fui... achei que era moda em todos os lugares.
Chegando lá, as meninas todas com calças jeans bem justas, salto alto, cigarro na mão, bolsa de marca (acho que eu não tinha bolsa na época), luzes nos cabelos lisos ou alisados, como preferir... e os meninos, bem, a roupa deles era mais parecida com a minha, tirando o "liquid paper" do tennis, é claro!
Dei uma boa olhada ao meu redor e descobri que não pertencia mais aquele mundo, fiquei um pouco, conversei com todos e me despedi, para sempre, pois a partir daquele momento eu descobri que tinha superado o meu Grande Desafio, me adaptei perfeitamente bem ao meu novo mundo e ele a mim!
Deixo essa história para amigos que me acompanham desde aquela época: Flávia, Aline, Suzana, Bebeto, por pertencerem a todos os meus mundos...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
O Primeiro Dia de Blogueira...
Olá pessoal!
Incentivada por uma amiga, sem ela saber na verdade, resolvi criar meu blog, finally!!!
Sempre brinquei com amigos que se contasse as hitórias que vivi, com certeza seriam best sellers... acho que um blog ajudará a dividir com vocês essa vida maluca que eu adoro tanto viver.
Bem, vou buscar inspirações (risos), afinal, vocês merecem o melhor!
Para começar, posso dizer que criar um blog já foi um grande passo. Acho o máximo as pessoas dividirem de uma forma simples o que pensam, o que sonham, o que vivem. As vezes nos sentimos sozinhos, com vontade de expor os problemas, as queixas, as alegrias (não que isso aconteça muito comigo, ficar só, eu digo!) mas acredito que aqui será um bom lugar no qual compartilharei as minhas velhas e novas experiências e não por que as atuais??
Amigos, esse é o começo de um lindo relacionamento, espero que possam curtir as nossas aventuras e muitos de vocês estarão por aqui, afinal, sobre quem mais eu escreveria?!
Beijos a todos, até a próxima postagem!
Déb´s
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